Autoras


Cecília Justen

Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente –Por Enquanto (Cássia Eller)

Pediram que eu fosse criativa. Aí fui procurar a minha criatividade em algum lugar. Talvez, tenha achado. Mas na verdade, acho que não.

Eu fui à primeira. Com uma pequena postagem com “Hey!Smile:)”. Mudaria, sim. Mas não vejo a necessidade. Passou um pouco mais de um ano. Mas ainda sim. Não tem necessidade.

Eu vi aqueles pequenos números crescendo e vi que estava na hora de realmente acreditar. Afinal. Por que não?

Eu vi muita coisa diferente desde o dia em que fiz o meu primeiro My Book. Mesmo que tudo tenha mudado, continuo sendo a Cecília Justen. Que teve problemas com sobrenome (afinal, ninguém muda o passado) e que continua assistindo Netflix às sextas-feiras à noite enquanto come pão de queijo.

Mudei meu gosto musical e fico feliz por isso. Me mudei. E também mudei meus livros que estavam na minha estante.

Ainda continuo com o meu “medo” de falar no telefone, e meu pavor por buzina de caminhão. Ninguém entende a razão, nem eu mesma sei.

                     O blog foi feito, talvez, sem razão, sem motivo. Agora tudo faz mais sentido :)

Pretendo mudar esse “Sobre”. Não que eu me arrependa desse. É que eu sei que muita coisa ainda vai mudar. Mudou em um pouco mais de um ano. E como eu disse... Por que não?

Thalita Itaborahy

Eu demorei bastante pra fazer esse texto. Não sei o porquê. Talvez eu não encontrasse as palavras certas pra pôr aqui. Ou talvez fossem palavras demais.

Podem ter sido os dois.

Escrever pra um blog nunca foi meu maior sonho, apesar de já ter tido outros antes desse (acho que todo mundo já teve um na vida, ou ainda vai ter), mas eu admito que fazer parte deste aqui em especial está sendo uma parte muito divertida do meu dia-a-dia. Eu sempre gostei de escrever, não que eu levasse como hobby, mas sempre que precisava, eu escrevia sem reclamar. Nunca soube se era boa. Na verdade, ainda não sei. Aceito as críticas e tento melhorar, mas os elogios (mesmo que poucos) nunca me convencem. Acho que eu sou um tanto perfeccionista com as coisas que eu faço. Nada que eu faço nunca é suficientemente bom na minha cabeça. Às vezes eu penso que isso é bom, afinal me incentiva a querer melhorar sempre.

Tenho sonhos, como qualquer outra pessoa, penso. Sonhos que, mesmo não sendo os mais fáceis de realizar, não me amedrontaram a ponto de largá-los.

Amo ler. Amo mesmo, mas não me julgue quando eu te contar que nunca li Alice No País das Maravilhas, mas confesso que vejo o filme sempre que passa na TNT, ou seja, umas 100 vezes por dia (brincadeira, talvez apenas umas 99 por dia). Eu comecei com o hábito da leitura há pouco tempo, mas não pretendo parar nunca. Esse mundo me conquistou. E é isso que eu mais tenho feito ultimamente, apesar de não abrir mão da boa e velha música (inclusive quando estou lendo) e muito menos dos filmes e séries.

Sou o tipo de pessoa que surta quando acha uma lata de Coca-Cola com seu nome perfeitamente escrito. Pois é. Também o tipo de pessoa que dorme abraçada com o mesmo coelho de pelúcia lilás há cinco anos e fica triste quando não o faz.

Adoro beber chá. Quente ou gelado.

Sempre fui uma das melhores alunas da turma. Não que eu me gabe disso, mas me orgulho. E agradeço por você poder ver uma foto minha, para não haver o risco de me imaginar como aquele estereótipo de nerd. Nem óculos eu uso.

Talvez, algum dia, essa latinha de refrigerante com o meu nome não signifique nada. Talvez o coelho de pelúcia lilás seja apenas uma memória esquecida. Talvez eu não consiga olhar para uma xícara de chá com apresso. Ou talvez não.

Muitos talvez.

De uma coisa eu tenho certeza. Vou mudar. Como já mudei ao longo do tempo. Nem tudo deve mudar. Algumas coisas sempre permanecem as mesmas. Mas olhe, sem mudança seríamos seres completamente entediantes. Não acha? 

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